Claude Chat
É o modo mais conhecido: uma conversa direta para explorar, escrever, analisar e pensar. Você aprende a usá-lo com mais intenção e menos tentativa aleatória.
Uma collab de idk.labs e Agentic People

Dois dias para dominar o Claude na prática: entender quando usar Chat, Projects ou Cowork e transformar um problema real em uma solução.
Você já usa IA. Talvez todos os dias. Mas provavelmente ainda passa boa parte do tempo pedindo, copiando, colando e esperando uma resposta.
O próximo salto acontece quando você para de apenas conversar com a IA e começa a trabalhar com ela.
Isso não se aprende assistindo a mais uma demo, acumulando prompts ou vendo alguém compartilhar a tela.
Acontece quando você coloca a mão em um problema real: testa caminhos, compara soluções, entende onde a IA ajuda, onde ela falha e aprende a conduzir o processo sem terceirizar a autoria.
É para isso que existem esses dois dias: experimentar o Claude de verdade e entender, na prática, quando Chat, Projects ou Cowork podem mudar a forma como você trabalha.
A equação tem uma hierarquia importante: o humano traz intenção, contexto, critério e responsabilidade.
O Claude processa, conecta e executa. Você acompanha a estrutura, intervém no caminho e decide o que está pronto para uso e o que ainda precisa de revisão.
Autonomia não é fazer tudo sozinho. É entender o suficiente para continuar no comando.Você aprende a ler a estrutura antes de decidir qual modo usar.
É o modo mais conhecido: uma conversa direta para explorar, escrever, analisar e pensar. Você aprende a usá-lo com mais intenção e menos tentativa aleatória.
Referências, instruções e repertório deixam de ser reexplicados a cada conversa. Você constrói um ambiente persistente para um tema, time ou projeto.
O Claude lê arquivos, organiza etapas e executa uma tarefa inteira com você acompanhando, intervindo e revisando no meio do caminho.
Faz uma pergunta, recebe uma resposta e recomeça a cada nova conversa.
Entrega contexto e arquivos, acompanha etapas, corrige no caminho e revisa o resultado.
Clareza antes da inscrição também faz parte do método.
Você entende as diferenças entre conversa, contexto, projeto, execução e revisão humana.
Nem todo problema pede Cowork. Você aprende quando usar Chat, Projects ou uma execução mais autônoma.
A estrutura deixa de ser abstrata porque você testa cada degrau dentro do Claude.
Você prototipa, testa hipóteses e revisa uma solução diante da turma e dos facilitadores.
Você sai sabendo o que continuar no Cowork e o que funciona melhor como Project ou Chat.
Então perguntamos para quem estava na sala.
“Experiência incrível. Dois dias de muita troca, experimentação e, principalmente, de colocar a mão na massa e construir com IA. Recomendo muito a quem quer realmente atravessar a ponte entre falar sobre IA e começar a construir com ela.”entre falar sobre IA e começar a construir com ela.
Gustavo MorcelliEspecialista em Marketing e Vendas B2B
CI&T
“Um workshop cheio de provocações, conteúdos, trocas e reflexões sobre como ser um líder builder, aplicável no workflow de trabalho ou pessoal. O cérebro saiu ansioso. Walk the talk: em casa de ferreiro, o espeto é de ferro.”Walk the talk.
Bibiana LopezGlobal Brand & PR Director
Stefanini
“Foi muito maravilhoso. Não senti a hora passar. Que dupla: conteúdo, prática, troca, deep dive em tech e no humano. Esperando ansiosa pelo próximo.”deep dive em tech e no humano.
Karen KanaanBoard Member e Empreendedora Social
42 São Paulo / Investe Território
No Learning Village, no coração de São Paulo. Uma turma pequena, acompanhamento de perto e prática suficiente para a descoberta virar confiança. Você traz um notebook com conta Claude ativa e um problema real do seu trabalho.
Design de aprendizagem, comportamento, negócios e IA aplicada trabalhando juntos.

Designer de Produto, pós-graduada em Psicologia e curiosa por profissão. Durante sete anos, liderou iniciativas de marca, comunicação e cultura na 42 São Paulo, uma das escolas de engenharia de software mais inovadoras do mundo.
Hoje, cria experiências para ajudar pessoas e organizações a navegar a complexidade, questionar premissas e transformar o “não sei” em movimento.

Começou em produto, passou por UOL, StarMedia e Publicis. Fundou quatro startups e fez um exit com a Dr.Vem!, adquirida pela SulAmérica. Também foi COO da Soulloop.
Hoje, soma a operação com IA à prática de desenvolvimento humano e ajuda lideranças a construir novos fluxos e novas formas de operar.